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Até onde podemos ir?


O tempo é um remédio e também um veneno, como tudo que é tomado em excesso se torna, pois além da conta já machuca e acaba com o equilíbrio antes existente. Os seres humanos, incapazes de entender a própria sabedoria, utilizam o conhecimento como ferramenta de controle de algo que desejariam possuir, mas não têm simplesmente porque não gostam. Se gostassem na realidade não pensariam na posse, entretanto, no prazer da partilha. Assim mesmo! Algo de valor não merece ser de um apenas, mas o que é bom deve ser repartido, assim como o pão da vida dado por Aquele que mudou a história do mundo.
O que eu quero dizer com isso tudo?
Em um relacionamento interpessoal ou na própria vida em sociedade, podemos ser pessoas melhores e mais felizes - senão mais saudáveis - se conseguirmos nos desligar daquilo que temos medo de perder. O amor do outro ou aquele objeto de valor não será roubado apenas por ser deixado por alguns instantes sem vigília, afinal atenção demais no que é externo gera desatenção no que é interno, e acaba por esvaziar o que havia dentro do corpo. Então, quando existe o temor da perda, é recomendável a lembrança de que o mundo não nos pertence.
A pessoa amada é uma pessoa e merece viver tudo o que existe de magnífico neste planeta chamado Terra. O mundo enclausurado dos relacionamentos desperdiça as maravilhas do conhecimento daquilo que poderia aumentar a ligação entre os dois seres!
Os objetos controlados sempre serão mais cobiçados!
A liberdade jamais pode ser comprada. Pois a alma humana vai além de qualquer controle terreno, físico. Viver é assim, fácil para quem compreende.
"A liberdade já é !"

Comentários

Esaú Maia disse…
muito bacana o teu blog. continue compartilhando todo o conhecimento que vc tem adquirido. Deus te abençoe sempre
abraços ;D

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